Cloud & DevOps

Alta disponibilidade: tendências para o que vem por aí

Projetar para quando (não se) algo falhar

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Diego Almeida

· 3 min de leitura · 6 visualizações

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— Unsplash

O cenário de Alta disponibilidade muda rápido. Reunimos os movimentos que mais devem pesar daqui pra frente.

Sistemas de alta disponibilidade assumem que componentes individuais vão falhar em algum momento e são projetados para continuar operando mesmo assim, distribuindo carga e redundância entre múltiplos pontos.

O que observar

  • Redundância em múltiplas zonas de disponibilidade protege contra a falha de um único data center.
  • Balanceamento de carga distribui tráfego entre instâncias saudáveis, retirando automaticamente as que falham.
  • Testar cenários de falha de propósito (chaos engineering) revela pontos fracos antes que um incidente real os exponha.
  • Dependências únicas (single points of failure) em qualquer camada anulam o esforço de redundância no restante do sistema.
  • Definir claramente a meta de disponibilidade (99.9%, 99.99%) orienta quanto investimento em redundância faz sentido.

Alta disponibilidade não elimina falhas, garante que uma falha isolada não vire uma indisponibilidade completa para o usuário final.

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Sobre o autor

Diego Almeida

Diego Almeida escreve sobre cloud, DevOps e infraestrutura, sempre com o olho no custo real e na operação do dia a dia — não só no que funciona bem em uma palestra.

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