5 erros comuns em Segurança em ambientes de nuvem (e como evitar)
A responsabilidade que a nuvem não assume por você
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Nem todo projeto envolvendo Segurança em ambientes de nuvem dá errado por falta de conhecimento técnico — na maioria das vezes, é por repetir os mesmos erros básicos.
Provedores de nuvem protegem a infraestrutura física e a plataforma, mas a configuração de acesso, dados e aplicações continua sendo responsabilidade de quem usa o serviço — é o chamado modelo de responsabilidade compartilhada.
Os tropeços mais comuns
- Ignorar que buckets de armazenamento configurados como públicos por engano são uma das causas mais comuns de vazamento em nuvem.
- Ignorar que princípio do menor privilégio deve guiar toda permissão concedida a usuários e serviços na nuvem.
- Ignorar que criptografar dados em repouso e em trânsito é padrão mínimo esperado, não um diferencial opcional.
- Ignorar que revisar periodicamente quem tem acesso a quê evita o acúmulo de permissões esquecidas ao longo do tempo.
- Ignorar que logs de auditoria da nuvem devem ser monitorados ativamente, não só armazenados para eventual consulta.
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Rafael Tanaka
Rafael Tanaka é colunista de segurança da informação, com foco em cibersegurança prática para empresas de todos os tamanhos — da LGPD ao dia a dia de um time de TI enxuto.
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