5 erros comuns em Migração para a nuvem (e como evitar)
O que costuma dar errado (e como evitar)
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Nem todo projeto envolvendo Migração para a nuvem dá errado por falta de conhecimento técnico — na maioria das vezes, é por repetir os mesmos erros básicos.
Migrar para a nuvem sem repensar arquitetura costuma só transferir os mesmos problemas de local para um ambiente mais caro — o ganho real vem de redesenhar para aproveitar elasticidade e serviços gerenciados.
Os tropeços mais comuns
- Ignorar que migrar "como está" (lift and shift) resolve localização, mas raramente reduz custo sem revisão de arquitetura.
- Ignorar que mapear dependências entre sistemas antes de migrar evita surpresas de indisponibilidade durante a transição.
- Ignorar que treinar a equipe operacional na nova plataforma é tão importante quanto a migração técnica em si.
- Ignorar que um plano de rollback claro reduz o risco percebido e acelera a decisão de seguir em frente com a migração.
- Ignorar que custos de nuvem mal dimensionados no início costumam surpreender no primeiro ciclo de faturamento completo.
A boa notícia é que nenhum desses erros é difícil de corrigir uma vez identificado — o problema é raramente pararem para revisar até que algo dê errado.
O padrão por trás da maioria desses erros em Migração para a nuvem não é falta de conhecimento técnico — é pressa, falta de revisão e ausência de um processo que force uma segunda checagem antes de algo ir para produção.
Um erro comum de PMEs brasileiras é migrar sem antes mapear dependências: aplicações legadas que conversam com sistemas fiscais locais, integrações com maquininhas de cartão ou softwares de emissão de nota fiscal eletrônica podem quebrar se a latência de rede mudar. Por isso, a fase de assessment — inventariar servidores, bancos de dados e tráfego de rede — é tão importante quanto a migração em si. Documentação como a da AWS sobre cloud migration detalha esse processo em fases.
Outro ponto central é o modelo de responsabilidade compartilhada: o provedor cuida da infraestrutura física, mas a segurança de dados, configuração de acessos e backups continua sendo responsabilidade do cliente. Ignorar isso é uma das causas mais comuns de incidentes após migrações apressadas, como descreve a visão geral da Google Cloud sobre migração.
Perguntas frequentes
- Como evitar os erros mais comuns em Migração para a nuvem?
- Migrar "como está" (lift and shift) resolve localização, mas raramente reduz custo sem revisão de arquitetura.
- Como evitar os erros mais comuns em Migração para a nuvem?
- Custos de nuvem mal dimensionados no início costumam surpreender no primeiro ciclo de faturamento completo.
Esta matéria faz parte da cobertura de migração para a nuvem assinada por Diego Almeida na Revista SmartWeb — acompanhe as próximas colunas sobre o tema para aprofundar cada um dos pontos levantados aqui.
Fontes e leitura complementar
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Diego Almeida escreve sobre cloud, DevOps e infraestrutura, sempre com o olho no custo real e na operação do dia a dia — não só no que funciona bem em uma palestra.
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